População questiona baixa qualidade da água em Curvelo

Os curvelanos começaram o ano com vários motivos para reclamar do abastecimento de água feito pela Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa). Desde o dia 5 de janeiro, moradores de vários bairros vêm sofrendo com a baixa qualidade da água que chega às torneiras de suas casas.

 

Além da cor amarelada, a população reclama do odor – informando que não consegue utilizar a água nem mesmo para lavar roupas. O problema está afetando vários bairros como Maria Amália, Tibira, Curiango e outros.

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Em uma publicação feita no Facebook na tarde deste domingo (14/01), o vereador Luiz Paulo Guimarães (DEM), que presidiu a CPI da Copasa, afirmou que está acompanhando o assunto e divulgou uma nota enviada pelo gerente regional da Copasa em Curvelo, Daniel de Lima.

 

Copasa nega contaminação da água

Na nota, o gerente afirma que a empresa tem recebido algumas reclamações e visitado todos os endereços para avaliar a situação e esclarecer os clientes. E que neste momento não há qualquer contaminação bacteriológica na rede de distribuição de água de Curvelo.

 

“Eventualmente, devido a paralisações emergenciais do abastecimento, como a ocorrida na madrugada/manha desse domingo, as redes se esvaziam completamente. Como é normal ocorrer incrustração de sólidos e calcário nas paredes internas da tubulação, quando o bombeamento é retomado pode acontecer o arraste desse material inerte. Nesse momento, abrimos as descargas das redes para descartar essa primeira agua bombeada, mas pode acontecer em pontas de redes de ocorrer alteração no aspecto da agua recebida. No entanto, nao ha qualquer contaminação bacteriológica, uma vez que o cloro residual permanece entre 0.8 e 1.2 mg/litro, dentro dos limites exigidos pelo Ministério da Saúde”, destacou.

 

Na mesma nota, o gerente afirma que “a Vigilância Sanitária realizou coletas extras em alguns pontos da cidade na primeira semana de 2018 e os resultados estão atendendo todos os padrões de potabilidade da água”, afirmou.

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