Reunião na Câmara de Curvelo se transforma em caso de polícia

Foi necessário a presença da Polícia Militar para que houvesse a conclusão da reunião plenária desta segunda-feira, dia 9, na Câmara Municipal de Curvelo. Chamado de “vassalo” por um cidadão que estava no plenário, o vereador Edmilson Peixim (DEM), solicitou a suspensão da reunião até a chegada dos militares.

 

Logo após a manifestação mais exaltada de algumas pessoas, o parlamentar utilizou a tribuna, explicou com detalhes o termo que foi chamado e pediu ao presidente da Câmara, Geraldo Veterinário (PDT), que solicitasse a presença da Polícia Militar para que ele registrasse um boletim de ocorrência.

 

Em sua fala, Peixim justificou o motivo de acionar a polícia. “Vassalo é aquele que oferece ao senhor ou superior fidelidade e trabalho em troca de proteção e um lugar no sistema. Eu quero a presença da polícia para continuar a reunião e fazer uma representação”, afirmou.

 

O presidente da Câmara também se pronunciou sobre o caso. “Gostaria de deixar aqui uma manifestação desta presidência e da mesa diretora quanto aos fatos desagradáveis ocorridos aqui. Em relação à presença da Polícia Militar, não precisava disso. Mas há várias reuniões os vereadores estão sendo ridicularizados no plenário de forma até agressiva e com manifestações verbais”, disse Geraldo Veterinário.

 

A reunião ficou suspensa por mais de 30 minutos, durou cerca de seis horas e acabou apenas na madrugada da terça-feira. A Polícia Militar permaneceu em plenário até o final da sessão.

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